Diálogo entre etnomatemática e didática da matemática nos processos de ensino e aprendizagem de conceitos matemáticos
Palavras-chave:
EditorialResumo
A escola, em vários países do mundo, enfrenta dificuldades importantes dos alunos na aprendizagem da Matemática. Nossa visão da Matemática é a da matemática contextualizada ancorada em uma cultura, o que se constitui uma ruptura em relação à visão segundo a qual a matemática é um conjunto de saberes e processos universais, descontextualizados (Bishop, 1991; Ernest, 1991; Lave, 1988). Para Bishop (1991), a matemática é um construído cultural e sua aprendizagem faz apelo a uma certa maneira de conhecer, à uma ação, para cada pessoa, de reconstrução dos valores, de símbolos de sua cultura. A matemática está associada a práticas sociais construídas por atores, adquire um significado em um contexto particular. Nesta visão, Bishop (1991) destaca diversas práticas quotidianas envolvendo contagem, mensurações, construções/concepção ou explicações, reforçando assim resultados de várias pesquisas em etnomatemática. A conceituação do campo da etnomatemática feita por D’Ambrósio (2005), evidencia bem essas preocupações para as práticas quotidianas.
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